Se calhar, muitos fogem com o rabo à seringa de serem padrinhos...ou porque é mais uma responsabilidade, ou porque não tem grande piada ou porque é mais uma despesa...
Mas o ser madrinha ou padrinho é muito mais do que dar coisas ou dizer simplesmente que se é madrinha ou padrinho..
Ser madrinha é ficar ligado ao afilhado por algo quase tão bonito como a maternidade. É querer bem, desejar bem, pensar no bem estar do afilhado, querer estar presente, querer saber tudo o que se passa e o que se passará.
É sentir que até morrer mais ninguém poderá ser madrinha dele senão eu. Estou inevitavelmente ligada a ele. Não há nada a fazer.
E no que me diz respeito, farei todos os possíveis para ser, não uma madrinha, mas sim, a madrinha.
E em jeito de nostalgia, sempre adorei os meus padrinhos...o cheiro e o carinho da madrinha cada vez que ela me abraçava e me encostava ao seu peito grande, as perguntas esperadas "qual o maior rio de Portugal?" e "Quem foi 1.º rei de Portugal?" do padrinho (que saudades), a curiosidade em abrir o saco da madrinha cada vez que ela chegava da feira para ver se trazia chocolates em forma de ratinho...hmm...tão bom.
Obrigado, Bruno, por esse privilégio (e um muito obrigado aos papás também).
3 comentários:
O Bruno tem muita sorte. Tem sorte porque os pais souberam escolher uma madrinha não pela proximidade, não pelos presentes que pode dar ou pela conveniência mas por ser uma pessoa genuinamente boa. Parabéns aos pais, parabéns ao Bruno mas especialmente parabéns a ti.
Obrigado, lindo...
Parabéns! Tenho a certeza que o Bruno vai gostar de te ter como madrinha :)
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