domingo, agosto 31, 2008

"Até já", Ana

Gosto de pensar que nesta altura chegaste a um lugar muito bonito onde podes ser uma criança sem limitações, sem obstáculos e sem dor, onde podes ser a criança que devias ter sido sempre, onde possas brincar, pular e saltar durante o tempo que quiseres, onde possas crescer no mesmo ritmo que os restantes meninos, onde possas respirar o ar da manhã livremente, onde possas comer as amoras das silvas e os frutos das árvores enquanto trauteias as músicas das séries de televisão. (...)
Gosto de pensar que, nesse lugar onde te encontras, sorris em paz porque sabes que esta despedida não é eterna mas sim um “até já”… (...)

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