Desde sempre que os mais fracos foram descriminados. Inclusivamente, e segundo Darwin, aqueles que não conseguem adaptar-se a um determinado ambiente, tendem a desaparecer na evolução da espécie.
Mas há que pôr um fim à descriminação e à desvalorização do mais pequeno e mais fraco.
Não é por ser pequeno ou fraco que tem menor valor. É um pouco como aquelas famílias desfavorecidas que têm uma antena parabólica nas varandas. Deixam essas famílias de ter mais valor só porque moram em lugares pequenos??
Quando ouvi a reportagem da televisão a dizer que Plutão deixara de ser planeta e passara a ser planeta anão, não consegui deixar de me sentir revoltada.
Anão, porquê? Por estar perdido no fim do nosso sistema solar? Por apanhar menos radiação solar? Por se demorar anos e anos a lá chegar? Só porque não conseguimos lá chegar, deixa de ser planeta? É que Plutão é pequeno mas até um satélite tem (Caronte).
Que mania a dos humanos de simplificarem a sua vida, descriminando, para isso, os mais pequenos e que estavam tão quietinhos sem incomodar ninguém.
Devo dizer que, desde que essa notícia foi divulgada, sinto uma ligeira mudança no meu humor. Plutão é o planeta que rege o meu signo e uma afronta destas, mexeu com os magnetismos e electromagnetismos e noto que têm sido enviados menos fotões para os escorpiões do planeta Terra.
No fundo, a culpa é dos americanos. Com a sua prepotência e mania das grandezas, tinham que chamar anão a Plutão.
Não me prolongo na crítica aos americanos até porque, hoje, é 11 de Setembro, e dado o simbolismo, não vou ser mais mázinha...
De qualquer das formas, aqui vai um incentivo para o nosso planeta: "Plutão, amigo, os escorpiões estão contigo!"
3 comentários:
Deixa lá, o meu signo sempre foi regido por um satélite natural...
Não estou a ver qual é o signo que é regido por um satélite natural...
És mesmo tótó...
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