
Imagem que passa na televisão a vender Portugal aos nossos e aos de fora mas que deixa um pouco a desejar quanto à sua preservação...cactos riscados, lixo amontoado, um barco com um motor velhinho e um condutor a cheirar a bagaço...fica-se com a sensação de que este castelo está abandonado no meio do nada...por acaso, tive umas ideias para impulsionar aquilo mas o olhar do Nuno fez-me regressar à realidade...não há muito a fazer por Almourol a não ser deixá-lo estar assim mesmo. Mas foi uma maravilha repousar nas margens do rio Tejo, debaixo de uma azinheira de Tancos...
3 comentários:
Vou comentar aqui todos os artigos referentes às férias. Não há dúvidas que tiveste muito bom gosto na escolha dos locais de férias, são lugares muito bonitos e românticos.
Aquela foto do nascer do sol, que há primeira vista parece o pôr do sol é excelente, digna de ficar com imagem de fundo no ambiente de trabalho do computador o ano todo para lembrar as férias.
Relativamente à paragem em Grândola, digo-te que infelizmente neste nosso país, há muitas situações semelhantes por esse interior fora, mas como diz o “outro” dos Jammes, é a vida.
Agora também não posso deixar de falar um pouquinho da liberdade e da democracia, relativamente ao artigo de Grândola.
A unanimidade que parece existir relativamente aos símbolos da liberdade, como sejam, Zeca Afonso, a canção “Grândola vila morena”, “Trova do vento que passa” de Manuel Alegre, não é boa para a democracia, uma vez que democracia é sinónimo de pluralismo de ideias.
Os ideais de Abril referem-se a Liberdade, incluído o que já era livre na ditadura, não a Liberdade para o que era proibido e proibição para o que era livre.
Sei que não ficas chateada com os meus comentários sobre a liberdade, por isso os escrevi, se calhar até estavas à espera e vais escrever um artigo sobre isto....
Cumprimentos
Meu caro...neste blog existe pluralismo de ideias...é um blog democrático...e aceito todas as opiniões, concordando com elas ou não...e por aqui me fico :)
A primeira desilusão é o tamanho. De facto as imagens televisivas dão uma imponência que não é real. De qualquer das formas é um local especial que não está bem aproveitado ( e conservado!).
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