É curioso como em 5 minutos, já pomos os nossos amigos e até nós próprias num outro mundo, um mundo imaginário, onde tudo é possível de acontecer.
E é tão engraçado imaginar o nosso engenheiro civil com vestes angolanas e carapinha volumosa, carregando um filho às costas e dizendo "buélélé buélélé". E se não for com um filho às costas, aparecerá, provavelmente, na televisão, pedindo um resgate às namoradas de Portugal, tendo por trás dois angolanos encapuçados e, claro, um português farmacêutico que, ainda mais severo que os raptores, obriga o engenheiro a prometer que não importunará a sua ex.
E depois vem a conversa dos carros, porche para aqui, motoreta para ali...isto de chamar carros às pessoas tem muito que se lhe diga...eu cá sou um Opel Corsa (fiquei a saber) e portanto, apenas me posso relacionar com carros da mesma cilindrada...isto, segundo o farmacêutico chanfrado que se alia aos raptores angolanos.
E são estas as conversas de café após duas caminhadas com guarda chuvas na mão (e sem chuva)...
7 comentários:
Ai se os envolvidos imaginam o que se passa nestes lados :)
eu é q não imaginava que fosses comentar :)
Comentou e identificou-se! :O
De facto...
Afinal a n existe alusão a pessoas qdo se falou em porches..eram mm carros :)
escreve-se porsches
Obrigado pela correcção, anónimo! :)
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